Em breve aqui no blog, uma linda história de amor ao próximo, sem preocupação com a beleza exterior e sim com a interior, entre um homem que nasceu com uma deformidade incomum, o que o transformava numa aberração e uma moça cega, apaixonada por flores.
Leia abaixo um pequeno trecho (em esboço) da história:
O Monstro do Vale e a Cega
- Você não entende, isso porque não pode me ver, mas eu sou muito feio e ninguém suporta olhar para mim sem rir ou até mesmo se assustar. Fui expulso da vila e obrigado a viver nesse vale. - Disse o homem em um tom de tristeza.
- Ora, quem disse que você é sua "casca"? Digo, o que faz você pensar que me importo com o exterior dos outros? - Perguntou a cega na tentativa de confronta-lo.
- Todos são assim, você só diz isso porque não pode me ver. - Retrucou o homem.
- Veja você, pois é você e "todos" que estão cegos. Eu posso ser cega dos olhos, mas não sou cega do coração. Consigo enxergar mais coisas do que os outros. - Disse a moça indignada.
- Onde você pretende chegar com isso? - Perguntou o homem ainda sem compreender a atitude da moça.
- Estou tentando dizer que o seu "eu" é o que está dentro de você, é quem você é por dentro e não por fora, não o seu corpo. Você é o que realmente é e não o que aparenta ser. - Explicou a moça.
- Nunca havia pensado dessa forma... - Disse o homem pensativo.
- Já ouviu a frase "não julgue o livro pela capa"? É isso. - Completou ela.
Autora: Sandy L. Quiste

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